
Apesar de tudo que já foi dito sobre sua dança, o playback, a sua capacidade de ler textos prontos... Apenas uma coisa se manteve (e até que seja provado o contrário, permanecerá para sempre) sobre Britney Spears: a música nunca deixou de ser incrível.
Da contagiante Till The World Ends, escrita pela Ke$ha, aos sinceros apelos de Criminal, o sétimo álbum de Spears, Femme Fatale, é cativante e incessantemente repleto de explosivas batidas (I Wanna Go), inusitadas canções (How I Roll) e a picante toque de sexo com ex-namorado (Inside Out), que permanecem intactas até hoje.
Ao contratar colaboradores de longa data (Max Martin, Dr. Luke e Bloodshy & Avant), bem como alguns recém-chegados ao círculo Spears (Fraser T. Smith e Will.I.Am), a princesa do pop mergulhou profundamente nas batidas de boates, texturas suecas estranhas pop, e influências de um energéticodubstep para criar uma perfeita coleção de canções pop, tudo isso sem perder o inconfundível som Britney.
Apenas a parte de dubstep de Hold It Against Me, o primeiro single do álbum, que imediatamente disparou para o topo, quando foi lançado em janeiro – e permanece tão nova aos ouvidos como no dia em que estreou –, abriu as portas para outras tantas canções que estão no top 40 de hoje, como Good Feeling do Flo Rida e You Da One da Rihanna.
O Femme Fatale celebra a essência da música pop, mostrando pela sétima vez porque Britney Spears é a principal estrela pop de nossa geração. It’s Britney bitch, e nada disto é uma surpresa. Afinal, há uma certa frase de efeito que disse no início do ano, que é a mais pura verdade... 2011: O ano de Spears.
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